sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

SOCIEDADE FALSO MORALISTA! Um brinde a hipocrisoa!

Estamos vendo pouco buchicho e reclamações desse casal gay na novela O OUTRO LADO DO PARAÍSO" das 21 né? 
Isso é bom, reclamaram do Félix, reclamaram do casal vivido por Fernanda Montenegro e Natália Timberg, reclamaram da Ivana... 
Mas sabe por quê não reclamam desses ? 
Por que é algo normal! 
Muitos homens tem uma segunda vida secreta , e quem assiste tem medo de criticar o que vivem . 
Muitas mulheres sabem disso, por isso não estão reclamando. 
Conversando com alguns homens, eles contam as fantasias que vivem, quando viajam em casais e o cara pega o outro cara enquanto as mulheres vão ao shopping. 
Esses banheiros masculinos têm muita pegação , joguem no Google “banheiro shopping, banheiro aeroporto” um monte de cara de aliança pegando outros caras ! 
Então, entendo por quê esse casal está sendo aceito na novela , por que no Brasil é assim , vc quer ser gay seja , só não demonstre nem faça nada em público , sigilosamente pode , tá todo mundo acostumado.





quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Daniela Perez: 21 anos depois alguns mistérios ainda permanecem sem respostas

Cidade acostumada a acordar com  noticia dos tipos de morte mais cruéis e inexplicáveis, o Rio de Janeiro foi sacudido na terça-feira 28 de dezembro de 1992  por um bárbaro assassinato como nunca vira antes. Um ator de novela, Guilherme de Pádua, 23 anos, galã promissor, confessou ter matado com dezesseis tesouradas no pescoço e no peito a atriz global Daniela Perez, de 22, ambos namorados na ficção da novela das 8 da Rede Globo, De Corpo e Alma. Guilherme de Pádua fazia o Bira da novela.  Daniela fazia à vulcânica Yasmin.  A atriz foi encontrada morta num terreno baldio com dezoito perfuradas  no pescoço. Torso esbelto e pernas grossas de bailarina, Daniela era a melhor candidata ao posto vago de namoradinha do Brasil. Se fosse ficção, a história seria brutal demais para ser encenada na novela das 8. Seria também inacreditável mesmo para um público acostumado aos mais loucos enredos televisivos em que se troca de coração como se troca de camisa. Imagine um filme ou novela em que uma autora criasse para a própria filha atriz um papel, o de Yasmin. Coloca ao lado dela Bira, o na namorado machão, primitivo, violentamente ciumento. Pois foi isso mesmo que aconteceu. A criadora da novela a Glória Perez, a mãe de Daniela Perez.
Muitos mistérios, ainda hoje 21 anos depois permanece sem respostas.
Muitos dizem que essa tragédia, foi o preço cobrado à Glória Perez pela novela escrita pela autora anos antes, a novela “Carmem” da extinta Rede Manchete. A novela retratava o universo de forças malignas como espíritos das trevas e pombas giras. Os profissionais envolvidos nessa novela tiveram suas vidas devastadas por tragédias, mortes violentas, problemas profissionais, como exemplo, a protagonista Lucélia Santos, nunca mais teve destaque em sua carreira depois dessa novela.   
Um  fato curioso é que depois de um ano do assassinato da atriz , histórias sobrenaturais envolvendo o seu espírito foram relatadas .
Em 1993, um programa da rede Globo apresentou um vidente nordestino, que conversava com a alma desta atriz .
Há inúmeros relatos sobre pessoas que rezaram pelo espírito da atriz e tiveram suas preces atendidas.
Em um vídeo que postei  um tempo atrás no meu canal do youtube mostra um dialogo entre a vitima e seu assassino, parece que eles falavam do que iria acontecer no futuro. Relatando a morte precoce da bela atriz.
( logo abaixo do texto o vídeo estará disponível)  

Outro mistério que me intriga muito é o nome da novela “ DE CORPO E ALMA” nome um tanto macabro, pois foi exatamente o qeu aconteceu com a Daniela , se foi de corpo e alma!



Um mensagem subliminar nessa cena. O dialogo deles descreve o que aconteceria no futuro!

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Tino Gomes : “vereda” fecunda de muitas artes

Tino Gomes é mineiro de Montes Claros e traz na sua bagagem 40 anos de trabalho pela cultura do povo de Minas e do Brasil. Considerado um dos artistas mais completos de Minas, é ator, humorista, compositor e cantor com 13 discos gravados, apresentador de TV e escritor infantil. Na TV, apresentou em BH o irreverente “Brechó do Troca-Troca” e o “Programa Clandestino”. Na TV Globo, fez participações em “Caminho das Índias”, “Malhação” e, recentemente, na minissérie “A Cura”. Na TV Alterosa, participa do programa jornalístico “TV Verdade”, como repórter e entrevistador na área de cultura. No cinema, contracenou com o ator João Miguel no filme “Matraga - A hora e a vez”, do diretor Vinícius Coimbra, com estreia nacional prevista para 2011. Trabalhou também, no premiado filme “Minas Texas” de Carlos Alberto Prates. Em 2009 estreou no Teatro Clara Nunes/RJ, o musical “Um lugar chamado recanto”, de Fred Mayrink. No espetáculo, além de atuar, Tino foi o responsável pelas oficinas de tambor para a preparação dos atores. Como humorista, Tino Gomes viaja com seu espetáculo solo, “CANTORIA E UNS CAUZIM DE SAFADEZA”, uma mistura inteligente de ‘causos’ e músicas engraçadas de duplo sentido.

     
  O voo do canarinho cantador!
(A Tino Gomes, o canarinho cantador do sertão)

O nosso canarinho cantador do sertão,
É um poeta sertanejo de belos dizeres...
É músico de instrumentos tantos...
É cantor de músicas muitas...
É o compositor...
De “Montes Claros montesclareou” ...
(com seu parceiro, Georgino Jr)
É também um excelente ator,
E contador de um tantão de “cauzim de safadeza”,
E de outras tantas belezuras...
Que nem sei como descrevê-las!...

O nosso canarinho cantador de “Pasárgada”,
É um poeta-poema...
Debruçado sobre si mesmo,
Que se supera sempre!...
Por isso mesmo,
E por um tantão de outras coisas ainda,
O nosso canarinho cantador do “Raizes”,
É... e sempre será,
Uma generosa e alegre surpresa!...

O nosso canarinho cantador do “sertão”,
É “catopêzeiro” de Pasárgada, do “Raizes”,
E das vias públicas também...
(ruas, bares, palcos, botecos e cantinas)
O nosso canarinho cantado do “sertão”,
Tem o dom de transformar
MONÓLOGO” em “DIÁLOGO
(Cantoria, Poesia, e uns cauzim de SAFADEZA),
Porque aconchega o seu público a si...
No contexto do que apresenta,
E ludicamente representa...
O nosso canarinho cantador do “sertão”,
Espantou-se sutilmente...
E voou... voou... voou...
Pra outras plagas bem distantes,
Por causa do seu oficio...
De admirável Menestrel,
E partiu...
Desse amado agreste Norte Mineiro,
Pra derramar sua arte pelo mundo afora...
(Nos palcos da vida
E da imensurável mídia).

Oh! Voa... Voa... Voa...
Ò canarinho cantador,
Desse amado “sertão”!...
Voa... Voa... Voa...
E vá em busca donde soltar...
Tua voz melodiosa,
E o teu gracioso cantar...

Oh, alces o teu voo ledo,
De canarinho cantador do “sertão”,
Por ai afora...
Porque simplesmente
A estrada...
E as estrelas são tuas!...

Mas como vez por outra,
Costumas voltar ao teu ninho
Deixaremos as portas...
Da tua casa sempre abertas,
(Sem nenhum alçapão)
À espera de tua volta,
Que costuma sempre ocorrer
A cada linda primavera...

Montes Claros 28-07-2011

RELMendes



   
        





PARTICIPAÇÃO DE TINO GOMES NA SÉRIE "A CURA", EXIBIDA PELA REDE GLOBO.



Na série de televisão brasileira, exibida pela Rede Globo no ano de 2010, A Cura, escrita por João Emanuel Carneiro e Marcos Bernstein e dirigida por Ricardo Waddington, Tino Gomes teve participação especial, interpretando Leleco. A minisérie foi gravada na cidade de Dimantina em Minas Gerais e exibida entre 10 de agosto e 12 de outubro


De Minas Gerias para Rio de Janeiro. Esse foi o trajeto de Tino Gomes para ter participação especial na novela "Caminho das Índias", que foi exibido pela rede globo de televisão em 2009 e 2010.





sábado, 24 de agosto de 2013

Marilyn Monroe 50 anos depois sua morte é ainda um mistério

 5 de agosto de 1962 morria o maior mito do cinema mundial. 50 anos depois devido ao seu envolvimento com o clã dos Kennedy e com os gângsters, e que somada à rivalidade que isso envolvia e uma espécie de acerto de contas podem explicar o fato de que todos os cômodos da casa de Marilyn possuíam gravadores escondidos, inclusive o seu quarto e o seu banheiro.

Prevaleceu, no entanto, uma versão oficial de que Marilyn morreu por overdose na ingestão de barbitúricos. Ninguém sabe de fato o que aconteceu naquela noite. Ouviu-se o barulho de um helicóptero rondando o céu de sua casa e uma ambulância foi vista esperando fora da atriz antes que a empregada (uma governanta, na verdade) desse o alarme da morte de Monroe.
As gravações de seus telefonemas (seu telefone estava grampeado!) e outras evidências da morte de Monroe desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido de forma totalmente misteriosa. A documentação do FBI sobre seu falecimento foi suprimida e muitos dos amigos de Marilyn que tentaram investigar o que aconteceu receberam diversas ameaças de morte.
Com as linhas telefônicas de sua casa grampeadas, Marilyn era monitorada 24 horas por dia por algum grupo ou por várias pessoas. Qual o motivo de todo esse grampo telefônico? Segundo a investigação feita por Milo, os gângsters fizeram esse grampeamento com o intuito de gravar alguma conversa entre Marilyn e o então presidente Kennedy, para incriminarem-no.
No dia da morte de Marilyn, por volta das 4 horas da tarde algumas senhoras que estavam jogando cartas numa casa bem próxima à de Marilyn viram Robert Kennedy e "um homem com uma maleta de médico" entrar na casa dela. Esse homem poderia ser o médico particular ou o psiquiatra particular dela.
Naquela tarde, Robert e Marilyn discutiram muito, pois Robert havia
Naquela tarde, Robert e Marilyn discutiram muito, pois Robert havia prometido se casar com ela e interrompeu o relacionamento, o que a deixou em desespero e falta de controle emocional, o que era uma forte característica de sua personalidade. Sabe-se muito pouco sobre o que se passou daí em diante. No entanto, algumas gravações foram recuperadas.
Quando o policial chega à casa, encontrou o médico e o psiquiatra de Marilyn sentados em frente à cama da atriz e que a expressão do psiquiatra naquele momento era de culpa. Disse o investigador: “Posso dizer que foi ele quem aplicou a injeção de Nembutal líquido. Vale lembrar que naquele dia, naquele momento, foi a chance de calar Marilyn. Não esqueça de que ela havia marcado uma coletiva com a imprensa dizendo que iria contar tudo”, ressaltou o policial.

Detalhes da autópsia do corpo de Marilyn
Foto: Marilyn Monroe morta, em registro da polícia em 05 de agosto de 1962.


O legista responsável pela autopsia de Marilyn, Dr. Naguchi, reconheceu que a autópsia foi  incompleta. Segundo ele, antes mesmo do corpo chegar ao necrotério todos já haviam fixado o suicídio da atriz como causa mortis. Assim, os procedimentos da autópsia já estavam direcionados levando em conta esse motivo.
Porém, isso não impediu que Noguchi, mesmo contrariando ordens superiores, examinasse e reconhecesse que se ela tivesse se suicidado ingerindo os comprimidos oralmente, todo o trato digestivo estaria amarelo devido aos corantes que são adicionados nesse tipo de remédio. Além do que o estômago e o intestino estavam vazios e de acordo com o exame de sangue e com a análise de pedaços do fígado, o nível da substância se encontrava altíssimo no sangue e não no fígado. Uma verdade que talvez nunca será desvendada.

Foto: Marilyn Monroe morta, em registro da polícia em 05 de agosto de 1962.
Isso pode provar que a substância foi injetada diretamente na corrente sanguínea de Marilyn. Se ela tivesse ingerido os comprimidos a alta concentração da substância se daria em outros órgãos. Talvez fosse um modo de calarem a estonteante Marilyn Monroe para sempre, o que acabou acontecendo. A causa da morte oficial foi divulgada como sendo efeito do consumo exagerado de barbitúricos e a não-oficial uma conspiração da CIA que resultou em assassinato, por seu caso com a família Kennedy.

                            Últimas imagens de Marilyn Monroe

Foto: Último ensaio de Marilyn, por Bern Stern, seis semanas antes de sua morte, em junho de 1962


Sua última sessão de fotos, feita seis semanas antes da morte, revelou para o fotógrafo nova-iorquino Bern Stern, hoje com 82 anos, uma Marilyn que havia passado por uma cirurgia para retirada da vesícula, mas que não queria disfarçar a cicatriz que mostrava um corte no abdômen.
Stern desejava fotografar a atriz não tendo a ideia que anos depois seria lembrado por ter sido o último fotógrafo a captar imagens da atriz. No ensaio feito no hotel Bel-Air, na suíte 261, Marilyn pediu três garrafas de champanhe Dom Pérignon, safra de 1953, exigência anterior da diva para se deixar fotografar.
No dia 8 de agosto de 1962, o corpo de Marilyn Monroe foi velado no Corridor of Memories, n.º 24, no Westwood Memorial Park em Los Angeles (EUA). Se estivesse viva, Marilyn teria completado 86 anos em 2012. Ainda continua sendo uma das estrelas mais famosas de Hollywood de todos os tempos e sua figura e imagens a tornaram um símbolo de sensualidade e um ícone de popularidade do século XX. Segundo diversas pesquisas na imprensa internacional, Marilyn Monroe foi considerada a mulher do milênio.

Marlene Dietrich: A DIVA IMORTAL

Marlene Dietrich, nome artístico de Marie Magdelene Dietrich von Losch, (nascida
em Berlin-Schöneberg, em 27 de dezembro de 1901; falecida em Paris, França, 6 de maio de 1992) foi uma atriz cantora alemã, naturalizada estadunidense.  Conhecida por seus trabalhos artísticas e por sua sensualidade, sendo considerada pela revista Vogue como a "Marilyn Monroe alemã".Marie Magdalene Dietrich nasceu em 27 de dezembro de 1901 em Schöneberg, um distrito de Berlim, Alemanha. Ela era a mais nova das duas filhas (a irmã Elisabeth era um ano mais velha) de Louis Erich Otto Dietrich e Wilhelmina Elisabeth Josephine Dietrich. A mãe de Dietrich era de uma família abastada de Berlim que tinha uma fábrica de relógios e seu pai era um tenente da polícia. Seu pai morreu em 1911. Seu melhor amigo, Eduard von Losch, um aristocrata primeiro tenente dos Granadeiros cortejou Wilhelmina e mais tarde se casou com ela em 1916, mas morreu logo depois, como resultado de ferimentos sofridos durante a Primeira Guerra Mundial. Seus parêntes fugiram da guerra, indo para o Sul do Brasil.

Dietrich fez escola de artes cénicas e participou de filmes mudos até 1930. Em 1921, casou-se com um ajudante de diretor chamado Rudolf Sieber, e teve uma única filha, Maria, nascida em 1924.
Estreou no teatro aos vinte e três anos de idade, fazendo cinco anos de carreira apagada até ser descoberta pelo diretor austríaco Josef von Sternberg, que a convidou para protagonizar o filme Der Blaue Engel (1930), lançado no Brasil como O Anjo Azul, e baseado no romance de Heinrich Mann, Professor Unrat. Foi o primeiro dos sete filmes nos quais Marlene Dietrich e o diretor Josef von Sternberg trabalharam juntos. Os demais foram Marrocos (1930), Desonrada (1931), O Expresso de Shangai (1932), A Vênus Loira (1932), A Imperatriz Galante (1934) e Mulher Satânica (1935). Depois de trabalhar com von Sternberg, ela foi para Hollywood, onde trabalhou em filmes mais profundos e mais marcantes.
Foi convidada por Hitler para protagonizar filmes pró-nazistas, mas ela recusou o convite e se tornou cidadã estadunidense, o que Hitler tomou como um desrespeito para a pátria alemã, e chamou Dietrich de traidora.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Marlene foi ao encontro das tropas aliadas, onde cantava para divertir e aliviar a dor dos soldados. Condecorada com medalha após a guerra, Marlene descobriu um dom que poderia explorar: sua voz. Assim ela começou a cantar além de atuar. A partir de 1951, começa a se apresentar em espetáculos em Las Vegas, no Sahara Hotel.
Em 1961, Marlene protagonizou um filme que quebraria barreiras e chocaria o mundo com um assunto que ainda assustava. O filme era Julgamento em Nuremberg, que tratava do holocausto, do nazismo, e do tumultuado julgamento que condenou os grandes líderes
nazistas.
Em turnês mundiais, ela visitou inúmeros países, porém voltou para sua pátria, a Alemanha, apenas em 1962, e sua volta não agradou a todos, pois os nazistas remanescentes chamaram-na de traidora em pleno aeroporto. Marlene tinha em Berlim uma de suas melhores amigas, a também talentosa cantora e atriz Hildegard Knef.
Em 1978, Marlene protagonizou seu último filme, Apenas um Gigolô, onde contracenou com David Bowie. Porém, nesse meio tempo, ela fez várias participações em rádio e programas de televisão. Finalmente, escondeu-se em seu apartamento em Paris, onde morreu aos noventa anos de idade, de causas naturais. Porém, existem comentários de que Marlene se matou com calmantes, pois não suportava o fato de envelhecer. Outros dizem que ela tinha Mal de Alzheimer e, por isso, se matou, mas não existe nada que comprove esses comentários.
Em 2001, foi realizado um filme biográfico sobre a diva, dirigido pelo seu neto e com comentários de várias pessoas que conviveram com Dietrich, como sua filha Maria Riva, seu sobrinho, Hildegard Knef, Burt Bacharach, o filho de von Sternberg, entre outros.
Maria Riva escreveu um livro sobre sua mãe, no qual a declarava uma pessoa fria
e autoritária.
Foi a primeira mulher a usar calças publicamente, nos anos 1920.
Encontra-se sepultada em Berlin-Schöneberg (Friedhof Schöneberg III), Friedenau, Berlim na Alemanha.
Dietrich é citada na música Vogue de Madonna, na frase "Greta Garbo e (Marilyn) Monroe. Dietrich e DiMaggio. Marlon Brando, Jimmy Dean. Na capa de uma revista" pois foi considerada uma das mulheres que mais representou a moda alemã.


segunda-feira, 10 de junho de 2013

ANA PAULA AROSIO: UMA ESTRELA QUE VIROU LENDA!

Uma grande atriz não é apenas o rosto bonito. Mas Ana Paula Arósio foi o mais belo rosto da televisão e do cinema brasileiro das últimas décadas, a moça que sorria com os olhos. Há que ter um toque trágico, uma intensidade emocional que a destaque da ligeireza das meramente celebridades. E Ana Paula teve sua dose de tragédia, muito maior do que recomendaria a prudência e a pouca idade. Tem que ser atriz, saber interpretar, passar para o seu personagem vida, emoção. E necessita do personagem inesquecível. Ana Paula teve, com a minissérie Hilda Furacão we Giuliana de Terra Nostra.
Em 2010 Ana Paula Arósio abandonou uma novela e a vida artística. Consta que mora isolada em um sítio do interior de São Paulo.
Antes de virar lenda, deveria voltar para iluminar por mais algum tempo a televisão brasileira.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Salve Giovanna Antonelli!!!




A vilã Bárbara, de Da Cor do Pecado e a delegada Helô, de Salve Jorge


Sou fã de Giovanna Antonelli, sim. Pronto, falei, estou leve! Mas isso não me deixa cego aos deslizes que ela e outras atrizes que admiro possam cometer. Como acontece com Cláudia Raia – outra de minhas atrizes favoritas e tema de uma coluna há duas semanas – atualmente em Salve Jorge. Mas o que surpreende em Giovanna é o fato de essa menina nunca errar. No momento, somos brindados com duas de suas atuações mais primorosas: a delegada Helô, de Salve Jorge; e a vilã Bárbara, de Da Cor do Pecado, que encerrou sua saga no Vale a Pena Ver de Novo, na sexta 22.

Clarice, de Sete Pecados (2007); a Cláudia, de Aquele Beijo (2011), e a Gigi, de As Brasileiras: A Venenosa de Sampa (2012)


Mas fazendo uma retrospectiva rápida, mesmo quando as personagens não favoreciam, Giovanna estava lá firme como uma rocha dando o seu melhor. Exemplos? Tenho três deles: a Clarice, de Sete Pecados (2007); a Cláudia, de Aquele Beijo (2011), e a Gigi, de As Brasileiras: A Venenosa de Sampa (2012). Clarice era a típica boa moça em uma novela horrorosa, cuja protagonista era Beatriz, um arremedo de ser humano vivido com extrema canastrice por Priscila Fantin. Mesmo com uma personagem apagada, Giovanna deu aula de interpretação e manteve a dignidade de seu trabalho até o fim. Cláudia poderia ser o primeiro fracasso de sua carreira, já que tinha nível mínimo de conflito e coerência dramatúrgica. Mas a atriz não cedeu um milímetro à tentação de ligar o piloto automático e buscou capítulo a capítulo, estímulo interno e energia para dar credibilidade a seu papel. Já para viver a perua da Gigi, no episódio mais fraco de As Brasileiras, a atriz se jogou de cabeça na piscina do exagero e foi a opção correta. Ao escolher pela chanchada, em vez da comédia de costume, Giovanna se manteve incólume.

Capitu, de Laços de Família (2000); a Jade, de O Clone (2001) e a Alma, de Três Irmãs (2008)


E se mesmo com papeis muito aquém de seu talento Giovanna tira leite de pedra, tendo em mãos uma boa matéria prima para trabalhar, ela faz a festa. Mais exemplos? Tem muitos: a Capitu, de Laços de Família (2000); a Jade, de O Clone (2001); a Anita Garibaldi, de A Casa das Sete Mulheres (2003); e a Alma, de Três Irmãs (2008). Só para citar algumas… As três primeiras, mulheres fortes envolvidas em dramas terríveis, foram tipos perfeitos para uma atriz corajosa, que adora assumir riscos e não tem medo de ousar. Já a destrambelhada Alma, foi a primeira oportunidade real que Giovanna ganhou para mostrar que também poderia ser uma boa humorista. E ela arrasou, fazendo da médica atrapalhada a melhor personagem da trama de Antônio Calmon. E olha que ela tinha como companheiras de cena duas verdadeiras divas: Regina Duarte e Cláudia Abreu.
Mas voltando à Helô e à Bárbara, tivemos uma ótima chance de poder acompanhar a atriz no ar com duas personagens tão opostas. Bárbara é uma vilã à moda antiga: intensa, cruel, sem um pingo de ética e muito, muito charmosa. E foi uma delicia ver a megera sendo dominada pela loucura até culminar num final dramático. Espetacular!

Helô e Stenio (Alexandre Nero)


Helô é o outro lado da moeda da Bárbara: uma policial honestíssima, determinada e implacável. E, mais uma vez, Giovanna tem a melhor personagem de uma novela, no caso a obra de Gloria Perez. Helô é extremamente contraditória. Ama o ex-marido, mas se recusa a admitir isso; tem seus vícios (por compras); é meio grossa, mas é uma amiga para todas as horas; foi uma mãe ausente e não sabe como resolver as diferenças com a filha, Drica (Mariana Rios). É uma personagem cheia de possibilidade e Giovanna não desperdiça nenhuma delas, dando humanidade e graça para sua “delegata”. E, por falar nisso, a carioca nunca esteve tão linda em cena! Para completar, Giovanna achou no grande Alexandre Nero o parceiro prefeito para seu momento de plenitude. Tão bom ator quanto sua parceira cena, Nero criou uma química incrível com ela e não é à toa que dos dois fizeram de Helô e Stenio o melhor casal de Salve Jorge. Aos 36 anos de vida e 22 de carreira, aquela menina que estreou na TV como assistente de palco de Angélica, no Clube da Criança, em 1991, se transformou numa mulher incrível e numa atriz não menos formidável. Salve Jorge, que nada! Salve, Giovanna Antonelli!!!